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17/09/2015 a 19/09/2015 (17:00)

Bienal de Dança

Entre 17 e 27 de setembro de 2015, o Sesc São Paulo realiza em Campinas a nona edição da Bienal Sesc de Dança.

Bienal de Dança MIS também recebe a Bienal SESC de Dança 2015
Entre 17 e 27 de setembro de 2015, o Sesc São Paulo realiza em Campinas a nona edição da Bienal Sesc de Dança. O festival mantém o compromisso de apresentar ao público um panorama diversificado da produção artística e do pensamento sobre a linguagem, por meio de espetáculos, intervenções, instalações, debates, oficinas, lançamentos de livros e encontros.
As atividades selecionadas mostram o universo da dança em seus diversos tons e matizes, com trabalhos que misturam movimentos, reflexões, provocações e pensamentos. Em seu conjunto, a programação procura pontuar as relações da dança com questões estéticas e políticas da atualidade, levando-nos a pensar sobre o lugar da dança na arte e no mundo.

Acontece no MIS
Deslocamentos
Depois de uma primeira versão em 2014, na Casa Modernista projetada por Gregori Warchavchik, em São Paulo, e de uma nova configuração este ano, na Casa do Povo, no Bom Retiro, o espetáculo ocupa o térreo do Palácio dos Azulejos durante a Bienal Sesc de Dança. Construído em 1878 como residência do Barão de Itatiba, o edifício, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), abriga hoje o Museu da Imagem e do Som (MIS). No espetáculo, os figurinos, desenvolvidos por Anne Cerutti, unem os corpos dos bailarinos, dando origem a figuras híbridas, quase abstratas, tangenciando o “informe”. Mestre em Comunicação e Semiótica e doutora em Psicologia Clínica/Artes pela PUC/SP, Marta Soares apresentou seus trabalhos em festivais como o francês Temps d’Images, o croata Queer Zagreb e o alemão In Transit, entre outros.

Duração 50min / Recomendação etária: 14 anos

Direção e Concepção: Marta Soares
Assistente de Direção: Manuel Fabrício
Elenco: Carolini Lucci, Isabel Monteiro, Manuel Fabrício, Martina Sarantopoulos, Natalia Mendonça, Patrícia Bergantin e Talita Florêncio
Desenho de Som: Livio Tragtenberg
Desenho de Luz: André Boll
Fotos: João Caldas
Produção Executiva: Cais Produção Cultural
Produtores: Beto de Faria e José Renato Fonseca de Almeida

Datas: 18/set - 17h e 19/set - 17h

Ingresso: Inteira R$ 17,00 – Meia R$ 8,50 - Credencial Plena R$ 5,0

Três
Desenvolvida pelo artista plástico Roberto Freitas junto à Companhia Flutuante, a instalação Três (2012-2015) oferece uma visão da dança enquanto objeto de exposição. Na criação das estruturas escultóricas que compõem obra, foram usadas marcenaria, mecânica, vídeo e eletrônica digital, técnicas que evocam distintas temporalidades. A instalação funciona como suporte de projeção e, ao mesmo tempo, produz ela própria sons e imagens. Faz-se referência a jogos óticos pré-cinematográficos como o praxinoscópio, inventado pelo francês Émile Reynaud em 1877. As projeções, por sua vez, relembram a Dança Serpentina de Loïe Fuller (1892). Mas o artista vai além da reprodução do “rudimentar”, lançando mão da eletrônica para propor uma performance audiovisual acionada ao vivo de acordo com uma programação algorítmica.

Recomendação etária: Livre

Roberto Freitas, mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), realizou mostras individuais no Sesc Pompeia e na Galeria Virgílio, em São Paulo, e, em Florianópolis, no Museu da Imagem e do Som (MIS-SC) e no Casarão da Lagoa. Fundada por Letícia Sekito em 2003, a Companhia Flutuante recebeu diversos prêmios, como o Rumos Dança Itaú Cultural 2006/2007 e o Funarte Dança Klauss Vianna 2009. Três foi exposta no Sesc Pompeia em 2012.

Instalação Três (2012-2015)
Instalação Audiovisual: Roberto Freitas (Realizado pelo 12º Programa de Fomento à Dança de São Paulo no projeto Fluxos em Preto&Branco de Leticia Sekito|Companhia Flutuante)
Montagem, Design de Luz e Fotografia: Roberto Freitas
Produção: Arco e Leticia Sekito
Agradecimentos: Parceiros do projeto Fluxos em Preto&Branco: Alex Ratton, Inês Corrêa, Joana Porto, Ligia Chaim, Maíra Silvestre, Paula Viana, Priscila Jorge, Projeto Axial – Felipe Julián e Sandra Ximenez, Suiá Ferlauto, Vanessa Lopes e Monica Siedler.

Datas: 18 a 26/set, das 10h às 18h.

Evento gratuito

SINTÉTICA IDÊNTICA AO NATURAL

Parte de uma pesquisa sobre transexualidade, o espetáculo-situação criado pelo curitibano Ricardo Marinelli e pelo maranhense Erivelto Viana tem como estrela Cintia Sapequara. De longas madeixas louras, formas voluptuosas e figurino de cores gritantes, ela se apresenta há mais de quinze anos nos palcos maranhenses, onde foi concebida e é até hoje incorporada por Erivelto Viana.

Sintética idêntica ao natural tem a intenção de borrar as fronteiras entre o natural e o artificial, o real e o virtual, o orgânico e o inorgânico, a carne e a espuma – já que, como indica o título, Cintia é uma mulher sintética, mas idêntica ao natural. Trata-se de um ícone da “trans-celebridade”, criatura atualmente dotada de maior notoriedade que seu criador.

O espetáculo integra o conjunto de mostras performáticas e debates nomeado Sim, somos bizarr@s, cujo objetivo é questionar o modelo heteronormativo, branco e ocidental. A iniciativa conta com o apoio do programa Rumos Itaú Cultural 2014-2015.

Duração 60min / Recomendação etária: 16 anos

Idealização: Erivelto Viana e Ricardo Marinelli
Performance: Erivelto Viana / Cintia Sapequara
Direção: Ricardo Marinelli
Colaborações artísticas: Cristian Duarte e Gustavo BittencourtProdução: Arco e Leticia Sekito
Agradecimentos: Parceiros do projeto Fluxos em Preto&Branco: Alex Ratton, Inês Corrêa, Joana Porto, Ligia Chaim, Maíra Silvestre, Paula Viana, Priscila Jorge, Projeto Axial – Felipe Julián e Sandra Ximenez, Suiá Ferlauto, Vanessa Lopes e Monica Siedler.

Datas: 24/set - 18h e 25/set - 18h

Ingresso: Inteira R$ 17,00 – Meia R$ 8,50 - Credencial Plena R$ 5,0

Maiores informações: http://bienaldedanca.sescsp.org.br/

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